25 julho 2009

Download Revista Computer Arts Brasil – Edição 08, Arte Abstrata


Computer Arts Brasil – Edição 08, Arte Abstrata


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ARTE ABSTRATA

Explore novos horizontes na vanguarda da ilustração.


Tutoriais:

• Tipografia no Illustrator e Photoshop.

• Finalização de visualizações no Photoshop.

• Arte algorítmica no Flash.

E mais: Maya, Toon Boom, 3ds Max…


Download Revista Computer Arts Brasil – Edição 07, Logo


Computer Arts Brasil –Edição 07, LOGO


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Revelamos os segredos da criação de logomarcas originais e inovadoras.


Tutoriais:

• Crie m mural de graffiti virtual no Photoshop.

• Monte um Flip Book e mande para as principais agências de design.

• Domine e manipule o grid no InDesign.

• E mais: 3ds Max, Illustrator, Maya, After Effects…


Download Revista Computer Arts Brasil – Edição 06, Tendências 2008


Computer Arts Brasil – Tenências 2008 – Edição 06


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Grandes designers apontam o que vai pegar neste ano


Como a Sony criou versões CG de Angelina Jolie, Anthony Hopkins e John Malkovich em Beowulf


Pixels e Vetores

Aprenda com o mestre Derek Lea a unir vetores e pixels e criar uma obra-prima


Tutoriais

• Combine pixels e vetores no Photoshop e no Illustrator

• Crie um logotipo a partir de rascunhos à mão

• Faça designs para cabeçalhos no Word com o InDesign

• E mais: Poser, Flash, MapZone, Dreamweaver…


Download Revista Computer Arts Brasil – Força jovem – Edição 05


 


Na edição de janeiro, você lerá sobre:- Técnicas de Serigrafia usando o Photoshop; - Truques para vetorizar fotos usando o Illustrator;- Força Jovem: Uma geração de novos talentos mostra como seguir, desde cedo, um caminho de sucesso em design e ilustração; - Efeitos Fluidos: Perca o medo d'água e renderize líquidos como os profissionais. E muito mais...



Tipo: Revista


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23 julho 2009

O problema etimológico

O problema etimológico



Em inglês, a palavra design pode ser usada tanto como um substantivo quanto como um verbo. O verbo refere-se a um processo de dar origem e então desenvolver um projeto de algo, que pode requerer muitas horas de trabalho intelectual, modelagem, ajustes interativos e mesmo processos de re-design. O substantivo se aplica tanto ao produto finalizado da ação (ou seja, o produto de design em si), ou o resultado de se seguir o plano de ação, assim como também ao projeto de uma forma geral.



O termo inglês é bastante abrangente, mas quando os profissionais o absorveram para o português, queriam designar somente a prática profissional do design. Era preciso, então, diferenciar design de drawing (ou seja, o projeto diferente do desenho), enfatizando que a profissão envolvia mais do que a mera representação das coisas projetadas. Na língua espanhola também existe essa distinção: existem as palavras diseño (que se refere ao design) e dibujo (que se refere ao desenho).



Estudos etimológicos de Luis Vidal Negreiros Gomes indicam que também no português existiam essas nuances de significado, com as palavras debuxo, esboço e outras significando o mesmo que debujo e desenho comportando toda a riqueza de significados do diseño. O arquiteto brasileiro João Batista Vilanova Artigas, em um ensaio intitulado O desenho, faz referências ao uso durante o período colonial da palavra desenho com significado de desejo ou plano.



Na Bauhaus, adotou-se a palavra Gestaltung, que significa o ato de praticar a gestalt, ou seja, lidar com as formas, ou formatação. Quando traduzida para o inglês, adotou-se "design", já usada para se referir a "projetos".



No Brasil, com a implementação do primeiro curso superior de design, por volta da década de 50, adotou-se a expressão "desenho industrial", pois à época era proibido o uso de palavras estrangeiras para designar cursos em universidades nacionais. O nome "desenho industrial" foi assim pensado porque se refere à prática de desenhar, esboçar e projetar algo que será reproduzido posteriormente em escala industrial. A disputa por uma nomenclatura para a profissão se estendeu por décadas. Atualmente tanto a legislação do MEC para cursos superiores, quanto várias associações profissionais usam o termo design, por entenderem que este sintetize melhor a essência da prática profissional, além se ser uma palavra menor e que já faz parte do saber popular.



Contudo, no Brasil, a nomenclatura "desenho industrial" mantém-se em uso atualmente, sobretudo entre os cursos de design em instituições públicas de ensino superior. Porém o termo "desenhista industrial", já não segue o mesmo rumo, pois cada vez mais cai no desuso, dando lugar ao termo inglês "designer".



O já citado Vilanova Artigas tentou resolver a questão propondo a palavra desígnio como sendo a tradução correta de design, pois dessa forma, este apresentaria diferenças do simples "desenho". Apesar de ser desenho, o design possuiria algo mais: uma intenção (ou desígnio). Entretanto, apesar das pesquisas realizadas pelo arquiteto, sua proposta não foi adotada. Porém, Artigas considera legítimo também o uso da palavra "desenho" como tradução de design, devido ao seu contexto histórico: Artigas explora os significados da palavra desenho e vai até o Renascimento, quando o desenho possuía um conteúdo mais abrangente que o mero ato de rabiscar.



Outra proposta de nomenclatura era o neologismo projética, proposto por Houaiss, que também não foi adotada.

19 julho 2009

Web Design

 

O web design pode ser visto como uma extensão da prática do design, onde o foco do projeto é a criação de web sites e documentos disponíveis no ambiente da web.

O web design tende à multidisciplinaridade, uma vez que a construção de páginas web requer subsídios de diversas áreas técnicas, além do design propriamente dito. Áreas como a arquitetura da informação, programação, usabilidade, acessibilidade entre outros.

A preocupação fundamental do web designer é agregar os conceitos de usabilidade com o planejamento da interface, garantindo que o usuário final atinja seus objetivos de forma agradável e intuitiva.

Planejamento estratégico

Como todo trabalho de design, ele é um projeto, e necessita uma análise informacional, a partir de um briefing. Detectar corretamente o objetivo do projeto é essencial para um bom planejamento, de modo que as ações sejam tomadas de forma correta.

É sempre necessário definir o público alvo do site, o objetivo, os serviços oferecidos, o diferencial para o público. A partir desses e de outros elementos que sejam especificamente relevantes ao projeto, será definida a estrutura do site (Arquitetura de informação), a tecnologia empregada e o layout.

De uma forma geral, embora usualmente possa parecer que a primeira impressão que se tem de um site é o visual, na verdade o visitante busca o conteúdo, por esse motivo o primeiro passo estratégico é definir bem todas as informações que o site terá definir claramente a arquitetura de informação do site e por último, o design visual do site, que não precisa pular girar e piscar, a não ser que o que se esteja vendendo é design/imagem (que não se aplica ao meio informacional que é a Web), mas ter um aspecto profissional seguindo pelo menos os conceitos básicos do design como aproximação, contraste, alinhamento, dentre outros.

Há uma diferença conceitual marcante entre design nos meios tradicionais, como no gráfico e o design aplicado na web. Na web, a estética deve ser moldada ao dispositivo que acessa ao site ou mesmo desabilitada caso não seja necessária no contexto de utilização. No meio gráfico é possível prever como o usuário final verá a estética do produto, já na web isto não é possível, pois a aparência pode e deve mudar radicalmente de acordo com o sistema operacional utilizado, configurações pessoais, navegadores, resoluções de tela e dispositivos, como celular, TV, impressora, leitores de telas etc. Por este motivo, a informação (HTML) deve trabalhar independente da formatação (CSS) e do comportamento (scripts), que são recomendações do W3C.

Estrutura

A estrutura, também conhecida como arquitetura de informação, do site deve contemplar seu objetivo, tornando a experiência do usuário a mais confortável e fácil possível, chamamos isso de usabilidade. Deve-se planejar a estrutura de forma que o usuário obtenha facilmente a informação ou serviço desejado. Hoje em dia são inúmeras as formas que um site pode adquirir e a criatividade continua ser o grande diferencial na produção de web.

Layout

O layout precisa transmitir a informação desejada com eficiência. É preciso que o layout seja um elo de comunicação com o usuário, que sua linguagem seja condizente com o objetivo do site. Conhecer heurísticas de usabilidade é fundamental para se gerar layouts para a web.

Cada elemento inserido em um web site deve ter um objetivo, a perfeição de um web site se atinge quando não há nada a ser retirado e não quando não há nada mais a ser inserido.

As maiorias dos layouts antigos dos sites da Web eram feitos com tabelas na linguagem HTML, porém esta forma é inapropriada, pois tabelas devem ser utilizadas apenas para exibir dados tabulados. Entretanto existem layouts que são completamente produzidos sem a presença de tabelas, são os famosos "tableless" e esta sim é a melhor forma de estrutura para layouts.

Navegadores

São programas responsáveis por interpretar o conteúdo de um web site, disponibilizando assim a interface com a qual o usuário final irá interagir. O navegador está para o web design assim como o papel está para o jornal. A grande variedade de navegadores e discrepância entre os recursos fez seus próprios criadores caminharem em direção a um padrão comum. Atualmente é indispensável criar sites seguindo os padrões da W3C.

No desenvolvimento do site, o HTML deve ser criado seguindo os padrões do W3C (Web Standards) de forma que fique funcional independente dos dispositivos (TV, celular, impressora, monitor etc.). Apesar de em tese não haver a necessidade de testar em diversos navegadores, é um bom hábito testar em mais de um navegador (Firefox, Internet Explorer, Netscape, Opera, Safári, Chrome e outros), pois o layout do site pode apresentar diferenças em determinados navegadores, e o usuário que navega não entenderá o que está acontecendo.

Padrões

A World Wide Web Consortium (W3C) é o órgão responsável por recomendar padrões de desenvolvimento para a internet. Por meio destes padrões se podem classificar: web sites de acordo com suas características técnicas, indo além do visual e; navegadores, de acordo com sua capacidade em atender aos padrões definidos.

O grande objetivo de seguir os padrões do W3C é de possibilitar que a informação veiculada pelo site permaneça independente do dispositivo utilizado pelo visitante e que seja acessível.

Programas utilizados

Existe um leque enorme de programas usados pelos web designer. Para construção do código, por se tratar de simples texto, qualquer editor de texto pode servir de suporte para a criação do código. Entretanto, há programas tanto gratuitos como de uso comercial, com interface WYSIWYG, que são amplamente utilizados no mercado tanto para gerenciar sites, quanto para apenas editar códigos, como é o caso do Dreamweaver, Aptana, FrontPage (pouco aconselhável por gerar HTML exclusivamente para o Internet Explorer, além de gerar código com possíveis erros de sintaxe), na parte visual, os editores gráficos vetoriais Corel Draw, Illustrator ou o Inkscape), de bitmap GIMP, Photoshop ou o Fireworks. Para animações e recursos dinâmicos, o Flash é o mais utilizado. Em relação ao Flash, deve-se ter o cuidado de usá-lo apenas onde a solução seja impossível de ser reproduzida em HTML, jamais se usa em menus e áreas de conteúdo por ser um arquivo binário, não ser acessível e estar em desacordo com as recomendações do W3C.

Design de moda

Em de Çatal Hüyük, feita pelos arqueólogos James Mellaart, Alan Hall e David French na Anatólia, Turquia, revolucionou todo o conhecimento da história da moda e civilização. A história da moda na Antigüidade começava com os sumérios e egípcios. Até então se pensava que comunidades com mais de 4.000 anos eram nômades, caçadores vestidos de peles, com a única intenção de sobrevivência, sem a menor preocupação com a moda ou a arte. Çatal Hüyük mudou a visão da moda na comunidade acadêmica, abriu lugar para interrogações mais audaciosas e surpreendentes. As habitações mostravam o papel de destaque da mulher: eram funcionais, com plataformas nas paredes que faziam a vez de camas. A mais importante era a da dona da casa, que ocupava um lugar de destaque no ambiente familiar. Já aquela destinada ao homem era de dimensões mais reduzidas e ocupava um canto da peça.

Tecidos

Esta era uma sociedade que dava valor à moda, como é possível confirmar pela existência das jóias de cobre e chumbo, das vestimentas em tecidos coloridos com tinturas vegetais, fivelas de cinto, esteiras e tapetes finamente tecidos. Outro exemplo antigo da preocupação com a moda e a peças de obsidiana e âmbar com cerca de 10.000 anos de idade. O cobre era usado há 10.000 anos para a fabricação de jóias, apenas há 4.000 anos passou a ser utilizados em peças mais utilitárias como armas e ferramentas.

Design de moda no Brasil

O design de moda em Brasil tem evoluído nas últimas décadas. Nas décadas de 60 e 70 um nome marcante foi a Zuzu Angel. Recentemente nomes como Carlos Tufvesson, Fause Haten e Alexandre Herchcovitch vêm contribuindo para a área.

Prêt-à-porter

Nos anos 60 chega e se instala o Prêt-à-porter; moda produzida em escala industrial; no Brasil, destacando-se São Paulo e Rio de Janeiro. Até então este universo pertencia às costureiras de bairro, alfaiates e "masons" localizadas no centro da cidade, as famosas casas de moda de alta costura como a "Vogue"; na Avenida Paulista onde as descendentes de famílias tradicionais e quatrocentonas buscam modelos europeus e brasileiros. Até então a compra de tecidos nacionais e principalmente os importados da França, Itália junto com figurinos e magazines é que orientavam e diziam o que e como usar. É a partir da produção das coleções industrializadas que se dá o início da organização profissional da moda que conhecemos na atualidade. Instalam-se no Brasil, as primeiras marcas internacionais de moda. A marca Levi´s; marca de jeans e sportswear, é uma das pioneiras na estruturação de um parque industrial com sede em Cotia, a implementar um caráter de "grande negócio". Atua com rigor e traz tecnologias em processos e procedimentos que aceleram e inovam a visão e valoriza as qualificações profissionais para os trabalhadores da indústria da moda. É a partir dos anos 70 que se inicia a formação de "Coordenadores de moda" e de "estilistas", e é nos 80 que se elaboram os primeiros cursos de moda, ainda com caráter técnico e que pelo sucesso e interesse em menos de 10 anos já se espalham por todo o Brasil como cursos universitários e especializações cada vez mais sofisticadas. Os primeiros grupos de pesquisa se formam através do encontro de profissionais que abrem caminho e através do dia a dia das atividades vão consolidando procedimento e definindo padrões que vemos amplamente elaborados pelos profissionais atuais. A demora para absorver as inovações propostas em qualquer setor é de no mínimo cinco anos depois de lançado no exterior.

Design alternativo

A marca Mulher do Padre, entre outras, representa o design de moda alternativo no Brasil.

Existem também iniciativas individualistas bem perceptíveis no Mundo Ocidental de alterações de peças de roupa e de caçados pós-lançamento no mercado. Alguns exêmplos disso são a imagem punk que incorpora o nativismo tradicional, como o penteado indígena iroqüá norte-americano moicano, com a decadência urbana moderna, como sapatos esportivos e roupas 'usados', trazendo adesivos e marcas ( com mensagens de vida, política, subversão social, etc.) muitas vezes nelas postas simplesmente em caneta; e também o visual grunge, no qual se celebra o caipirismo interiorano do nordeste dos Estados Unidos, ao mesmo tempo, se somando a ele o estilo de vida citadino.

18 julho 2009

Download Revista Computer Arts - Edição 04, Soluções criativas Em Cross-Media


Nesta Edição você lerá sobre: - Recorte cabelo com precisão no Photoshop; - Crie animações para ringtones no After Effects; - 101 Soluções criativas em Cross-Media- Tofu; - o Zumbi Vengano: Veja como desenvolver este e outros brinquedos usando ferramentas 3D. Entre outras abordagens.



Tipo: Revista


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15 julho 2009

Download Revista Computer Arts - Edição 03, A Arte 3D



Nesta edição você lerá: -Modele olhos no estilo Pixar com o Softimage XSI; -Bonecos interativos no Flash; -Máscaras no Ilustrator; -A Arte 3D de Heavenly Sword; -Entenda as técnicas de modelagem e captura de movimentos do mais poderoso jogo do Playstation 3; -Flash: Conheça o Papervision, que permite movimentar objetos 3D em tempo real na web; -Photoshop: Criação de Design Interativo; -Ilustre e Anime: Domine as duas técnicas e abra um novo e promissor mercado.



Tipo: Revista


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14 julho 2009

Download Revista Computer Arts – Edição 02, Seja Original


Nesta edição você lerá sobre: - Tutoriais: Vanishing Point do Photoshop 3d em Flash e After Effects Logotipos no Corel Draw X3;.-Seja Original: Como ser criativo num mundo de Clichês; -Os 10 maiores clichês e como evita-los; -Arte x Razão: Conflito entre designers e clientes são freqüentes. Veja como contornar situações difíceis sem abrir mão do seu estilo e criatividade; -Second Life: Veja como vender seus projetos de design no mundo virtual e ganhar dinheiro real com isso. Entre outras abordagens.

Tipo: Revista
Formato: Pdf / Rar
Tamanho: 31,71Mb

11 julho 2009

Design como profissão

Design como profissão



Conquanto qualquer um possa projetar (a própria letra de mão de uma pessoa já é uma forma de expressão gráfica, por exemplo) o trabalho de profissionais especializados comumente apresenta grandes benefícios para o cliente, desde maior agilidade e prevenção de erros até um aprofundamento da concepção em si, que geralmente seria impossível para um leigo.


Algumas grandes empresas possuem departamentos próprios de design. Existe também uma grande quantidade de escritórios de design que prestam serviços à varejo.


Na posição de consultor externo, é importante para o designer compreender a realidade da empresa e quais objetivos ela almeja obter com o projeto. Para isso é utilizado normalmente o briefing. A partir disso o designer desenvolve o projeto, apresentando tantas vezes quanto necessárias estágios intermediários do desenvolvimento. Finalmente, a versão final é apresentada e aprovada pelo cliente -- algumas vezes mais de uma opção dentre as quais o cliente escolhe, mas essa forma de trabalho não é muito bem vista. Depois o designer pode (a depender do contrato) ainda acompanhar o processo de manufatura ou impressão das peças e acompanhar os resultados do projeto de diversas formas.



Muitos designers se especializam. Dependendo dos objetivos do cliente, ele pode contratar uma diversa gama de profissionais, algumas vezes com perfis bastante diferentes. A atividade profissional algumas vezes chega mesmo a se confundir com outras áreas de atuação, como por exemplo as artes aplicadas, artes-plásticas, publicidade, marketing, a arquitetura, comunicação, engenharia, todo tipo de atividade produtiva. Especificar quais são essas relações pode ser muito difícil, e disputas entre as áreas são razoavelmente freqüentes com cores variadas.



Dentre as especializações do design mais comuns na atualidade se encontram:


Design de Comunicação


Design Visual


Design Gráfico


Design tipográfico


Design editorial


Design institucional


Design de embalagem


Design de jogos


Design Digital


Design de hipermídia


Webdesign


Design de jogos de computador


Design de som


Design de Produto


Design automobilístico


Design de embalagem


Design de mobiliário


Design de Moda


Design de jóias


Design de Estamparia


Design de Ambientes


Design de interiores


Design de iluminação



Existem ainda atividades que se auto-identificam com a expressão "designer" mas sem qualquer relação com a atividade de projeto propriamente dita. Exemplos incluem hair designer (para cabeleireiro), cake designer (para confeiteiro), body designer (para tatuador).

09 julho 2009

O uso da palavra em outros contextos

O uso da palavra em outros contextos



Na filosofia o substantivo abstrato design refere-se a objetividade, propósito, ou teleologia. O conceito é bastante moderno, e se interpõe entre idéias clássicas de sujeito e objeto. O design é então oposto a criação arbitrária, sem objetivo ou de baixa complexidade.



Recentemente o termo passou a ser empregado em discussões religiosas, quando foi proposta uma lei que obrigaria as escolas americanas a apresentar o argumento do design inteligente como uma alternativa à teoria da seleção natural de Darwin. O argumento sustenta que alguns aspectos do universo e da vida são complexos demais ou perfeitos demais para se originarem sem uma inteligência criadora.



No Brasil, os desenhos industriais têm a proteção regulamentada na Lei 9.270/96 mais precisamente no art. 94. É importante ressaltar que deve ser um resultado visual novo para que tenha a referida proteção na legislação brasileira.

07 julho 2009

Relações Entre o Design e a Arte



O questionamento do caráter artístico do design é uma das questões que tradicionalmente mais preocupam os jovens que se deparam com os seus problemas conceituais pela primeira vez. A resposta mais simples à questão "o design é uma arte?" é "não": design não deve ser chamado de arte, considerando a forma como a história da arte moderna e contemporânea encara o design. Isso porque a partir do século XIX o termo "arte" ganhou um sentido ideológico ligado a uma produção material individualista e transcendente, enquanto que o design defendia uma atividade funcional que atendesse à sociedade. No século XIX novas necessidades sócio-econômicas levaram a uma separação nas atividades ditas artísticas, havendo a partir daí uma diferenciação gradual, mas bastante evidente, entre designers e artistas plásticos.



É importante entendermos que "arte" não precisa ser um termo restritivo ligado a qualquer atividade profissional. E. H. Gombrich, famoso historiador de arte, procurava em sua obra não produzir uma leitura relativista da arte, daí a afirmar que "nada existe realmente a que se possa dar o nome de Arte". Ou seja, arte é um valor, e não um fenômeno da natureza. Qualquer coisa pode ser chamada de arte desde que alguém a considere assim, não precisa ter sido feito por um artista plástico, ou um designer.



Porém, outro historiador da mesma geração que a de Gombrich, o italiano Giulio Carlo Argan, propõe uma visão mais abrangente da arte moderna, entendendo-a como momento de reavaliação de si mesma em sua crise histórica, considerando aí os vários campos do design (como a arquitetura, o urbanismo e o design em si mesmo) como manifestações artísticas legítimas da modernidade. Vale ressaltar, porém, que com a reestruturação do consumo de massas no período pós-moderno, assim como junto de um processo de fetichismo acentuado da produção industrial, novas definições epistemológicas do design são necessárias, fatalmente afastando-o consideravelmente da arte contemporânea. Já o designer norte-americano Henry Dreyfuss procurava desenvolver um design voltado para a funcionalidade e segurança do produto.



Mas como a forma usual da palavra "arte" tem sido, muitas vezes, ideologicamente restritiva, não há interesse por parte dos designers de se sujeitarem às ideologias de outras áreas. Isso se deve ao fato de existirem várias ideologias que desvalorizam o design e a reprodução técnica.




05 julho 2009

Download Revista Computer Arts - Edição 01



Nesta grande edição de estréia, você conhecerá uma revista nacional voltada totalmente para a arte digital. Alguns temas: - Photoshop: Dê acabamento profissional aos seus trabalhos; -3DS Max: Aprenda técnicas para renderizar imagens incríveis; -Tutoriais: Aquarela no Photoshop, Patterns no Ilustrator, Animação abstrata no Cinema 4D, e mais; -Arte em Equipe: Participe de Coletivos em Design e melhore sua criatividade e trabalhos; -Ratatouille: As receitas de luz e renderização da Pixar para deixar designers com água na boca.
Tipo: Revista
Formato: Pdf / Rar
Tamanho: 42,26Mb

04 julho 2009

Download Revista Computer Arts Brasil – Força jovem – Edição 05



Computer Arts Brasil – Força jovem – Edição 05
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Uma geração de novos talentos mostra como seguir, desde cedo, um caminho de sucesso em design e ilustração
Tutoriais
• Técnicas de Serigrafia usando o Photoshop.
• Truques para vetorizar fotos no Illustrator.
E também:
• LightWave 3D
• Maya
• RealFlow
• InDesign…
Efeitos fluidos:
Perca o medo d’água e renderize líquidos como os profissionais.

02 julho 2009

Design

Design



Denomina-se design qualquer processo técnico e criativo relacionado à configuração, concepção, elaboração e especificação de um artefato. Esse processo normalmente é orientado por uma intenção ou objetivo, ou para a solução de um problema.



Exemplos de coisas que se podem projetar incluem muitos tipos de objetos, como utensílios domésticos, vestimentas, máquinas, ambientes, e também imagens, como em peças gráficas, famílias de letras, livros e interfaces digitais de softwares ou de páginas da internet, entre outros.



Design é também a profissão que projeta os artefatos. Existem diversas especializações, de acordo com o tipo de coisa a projetar. Atualmente as mais comuns são o design de produto, design visual, design de moda e o design de interiores. O profissional que trabalha na área de design é chamado de designer.



Finalmente, o design pode ser também uma qualidade daquilo que foi projetado.



O termo deriva, originalmente, de designare, palavra em latim, sendo mais tarde adaptado para o inglês design. Houve uma série de tentativas de tradução do termo, mas os possíveis nomes como projética industrial que acabaram em desuso.

Designer

Designer



O designer é o profissional habilitado a efetuar atividades relacionadas ao design. Normalmente o termo se refere ao desenhista industrial, habilitado em programação visual e projeto de produto, uma série de tipos diferentes de designers e ainda de projetista (termo genérico para quem projeta).



Em inglês, o termo se refere a qualquer indivíduo que esteja ligado a alguma atividade criativa ou de projeto.



Esse anglicanismo foi adotado, no final do século XX (no Brasil), na tentativa de universalizar as profissões ligadas ao projeto. Até certo ponto isso tem ocorrido e a maioria das universidades preferem o termo "designer" a "desenhista industrial". Mas como o termo "projeto" já existia e é um sinônimo, muito próximo, do termo "design". Até hoje os termos "design" e "designer" tem causado confusão entre não-designers.



A Profissão



No Brasil, a profissão do designer não é regulamentada (o que significa que não existe Conselho de Classe, como o CREA ou a OAB), embora ela conste do Catálogo Geral de Profissões do Ministério do Trabalho. Existem, no entanto, associações profissionais, de caráter cultural e representativo, embora não sejam habilitadas a fiscalizar a profissão, como as associações de designer.



Apesar da legislação permitir que qualquer cidadão exerça a atividade, normalmente isto é feito por profissionais formados em cursos superiores de Desenho Industrial ou escolas técnicas de Design. Existem várias instituições de ensino de design especializadas em habilitações específicas como design visual, design de moda ou design de interiores. Antes delas surgirem, porém, uma grande quantidade de profissionais estabeleceu-se após receberem formação em áreas correlatas, como a arquitetura (especialmente designers formados pela FAUUSP) e em cursos como o do Instituto de Arte Contemporânea do Museu de Arte de São Paulo.



Instituições de Ensino no Brasil



Os cursos de Design estão presentes em diversas Universidades do Brasil, e os mais conhecidos, divididos por região, se encontram listados no site DesignBrasil: http://www.designbrasil.org.br.html

Parceiros

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01 julho 2009

Design de produto

O Design de produto, também chamado projeto de produto ou desenho industrial, trabalha com a produção de objetos e produtos tridimensionais para usufruto humano. Um designer de produto lidará essencialmente com o projeto e produção de bens de consumo ligados à vida quotidiana (como mobiliário doméstico e urbano, eletrodomésticos, automóveis e outros tipos de veículos, etc) assim com a produção de bens de capital, como máquinas e motores.

Considera-se desenho industrial a forma plástica ornamental de um objeto ou o conjunto ornamental de linhas e cores que possa ser aplicado a um produto, proporcionando resultado visual novo e original na sua configuração externa e que possa servir de tipo de fabricação industrial.

O Design de produto, dada a sua relação com os processos de produção industriais e sua origem na Revolução Industrial, começa a se delinear no Século XIX, especialmente com os textos teóricos ligados ao movimento Arts & Crafts que enxergava na produção artística um guia para a produção industrial. Da mesma forma que o Design Visual, porém, ele ganha maturidade e sofre uma profunda revolução com as experiências feitas na Bauhaus, no início do Século XX, praticamente definindo a noção atual da profissão.

O design é uma atribuição de valor identificado pelo mercado e transformado em atributo físico do produto. O Registro de Desenho Industrial é um título de propriedade temporária sobre um desenho industrial, outorgado pelo Estado aos autores ou outras pessoas físicas ou jurídicas detentoras de direitos sobre a criação.

O Design é necessário às indústrias para "produzir o produto certo, pelo preço certo, para o mercado certo, na altura exata"(ARAÚJO, M. D., Tecnologia do Vestuário, Lisboa, FCG, 1996). Isto atendendo a valores estáticos, políticos, econômicos, sociais, geográficos, etc., no sentido de rentabilizar as ferramentas, a organização e a lógica da industrialização, para que a empresa possa competir com a concorrência, tanto no lançamento de novos produtos como no re-design de outros. O conceito, a forma, a cor, a embalagem e as características físicas do produto, assim como o seu preço, são decisivos para o sucesso da sua venda.

Os principais conhecimentos utilizados no design de produtos são a metodologia de projeto, as técnicas industriais e os materiais existentes.

Benefícios

• Qualidade e exatidão nas peças para aprovação

• Visualização das possibilidades de design de seu produto

• Verifica a viabilidade do produto previamente à sua produção

Dicas

• Informe as medidas do produto ou objeto

• Solicite um mock-up do produto, se necessário

Exemplos

• Desenho para a criação de um novo produto

• Imagem para visualização de uma peça em tamanho real ou em escala exagerada

• Desenho com informações e design finais para ser utilizado na aprovação de determinado projeto